Eu sei que já disse isso aqui, mas há dois tipos de pessoa no mundo: as que querem ser o Sinatra e as que querem dormir com o Sinatra. Admito que sou do tipo 1.
O cara cantou, fez filme, ganhou dinheiro até aparecer no hemograma, pegou quem quis e ainda era amigo dos Kennedy e da Máfia. Era só me dá dois itens quaisquer desta lista que eu já tava feliz.
Fly me to the moon
Let me sing among those stars
Let me see what spring is like
On jupiter and mars...
sexta-feira, agosto 11, 2006
101 Cultural
quarta-feira, agosto 09, 2006
Sobre lucidez e mulheres
Não é engraçado como todos os tipos de solidão nos são estranhas? Como sempre nos parecem desmotivadas? Como se por acaso nunca a tivéssemos conhecido antes.
Solidão é algo em preto e branco, por isso que sempre parece poético; é algo estático, por isso que sempre sai tão bem em fotos.
E deixa eu dizer que é, acima de tudo, algo das mulheres, das mulheres e dos sábios, estudiosos.
Mas os estudiosos são estudiosos porque querem, um dia a idade lhes chega junto com os netos e eles começam a passar mais tempo em meio aos jardins, com bolas coloridas que sobem fazendo parábolas lânguidas e poéticas do nos claustros criativos. Mulheres, não; nasceram assim e sempre foram conscientes, de uma forma ou de outra, de sua inexorável natureza.
Carregam a semente da solidão dentro de si, que nunca encontra terreno árido para brotar.
Como disse Álvaro Pacheco, a solidão é lúcida, assim como a morte e a eternidade.
Solidão é algo em preto e branco, por isso que sempre parece poético; é algo estático, por isso que sempre sai tão bem em fotos.
E deixa eu dizer que é, acima de tudo, algo das mulheres, das mulheres e dos sábios, estudiosos.
Mas os estudiosos são estudiosos porque querem, um dia a idade lhes chega junto com os netos e eles começam a passar mais tempo em meio aos jardins, com bolas coloridas que sobem fazendo parábolas lânguidas e poéticas do nos claustros criativos. Mulheres, não; nasceram assim e sempre foram conscientes, de uma forma ou de outra, de sua inexorável natureza.
Carregam a semente da solidão dentro de si, que nunca encontra terreno árido para brotar.
Como disse Álvaro Pacheco, a solidão é lúcida, assim como a morte e a eternidade.
E não é?
Eu tenho a nítida impressão que sou péssima para dar títulos aos meus posts...
Direito autoral é o carai!
Recebi uma dica excelente de um site, onde estão disponibilizadas inúmeras obras, em diferentes formatos, para livre acesso.
Antes que tenham medo de estar violando algum direito divino de propriedade, o site é do Ministério da Educação, então, para todos os efeitos, a culpa é sempre do governo. Quem se interessar, clique aqui.
Antes que tenham medo de estar violando algum direito divino de propriedade, o site é do Ministério da Educação, então, para todos os efeitos, a culpa é sempre do governo. Quem se interessar, clique aqui.
:-6
Tava procurando um poema para colocar aqui, sobre um assunto específico.
Achei. Mas que merda, odeio quem acha que fazer poesia é rimar amor com dor; fim com mim e encher os versos de rimas pobres. Aposto que ainda acham que todo mundo tem que ler os seus "sonetos" e achar lindos.
Achei. Mas que merda, odeio quem acha que fazer poesia é rimar amor com dor; fim com mim e encher os versos de rimas pobres. Aposto que ainda acham que todo mundo tem que ler os seus "sonetos" e achar lindos.
segunda-feira, agosto 07, 2006
Não tão rápido!
Video que vocês têm que assistir é este aqui! O anterior pode ser humor politicamente correto, mas este é bons pacas, politiamente hilário!
Humor politicamente correto
Cliquem aqui para assistir ao vídeo educativo. É politicamente incômodo também.
E para aqueles que achavam que humor politicamente correto não existia, se enganaram. Só não é assim tão engraçado...
E para aqueles que achavam que humor politicamente correto não existia, se enganaram. Só não é assim tão engraçado...
Falha
Sempre me assustam as pessoas que estão no Orkut e que não conhecem nenhum amigo de amigo de amigo meu. Me pergunto se são reais ou fantasmas na matrix.
Yupi!
Puxa, há gente comentando... inclusive um que não se encaixa na categoria amigo-namorado-familiar-credor. Isso quer dizer que tenho público!
Dicionário 101
Escotismo: um grupo de crianças vestidas de idiotas sob o comando de um adulto vestido de criamça.
Num intendi
Não engraçado como o FX, o canal do homem, que mostra aquilo que o homem vê, tem horários regulares para exibir Batman, a série antológica da década de 70 com o Adam West e Burt Ward, que é reconhecida e notoriamente gay?
Zé-do-caixão
Outro dia passou uma entrevista maravilhosa com o José Mojica, o Zé-do-caixão. Muito boa mesma, ele cantou O que você foi fazer no mato, Maria Chiquinha, se alternando nos papéis, de rachar de rir.
Mas o bom mesmo foi quando ele foi contar de como começou a se interessar por esses assuntos mórbidos. Então ele contou de quanto era criança, na sua cidade havia um batateiro (ele vendia batatas), era um sujeito muito simpático, do qual todo mundo gostava; então ele morreu. Toda a cidade parou pra ir ao funeral. A esposa dele, aproveitando toda a tenção, abraçava o corpo no caixão, chorando e gritando porque eu não fui no seu lugar? Por que não foi a mim que Deus levou?
Foi então que os 4 filhos do batateiro (gostei dessa palavra) se juntaram para fazer uma oração para o pai voltar. Foi aí que uma mão mexeu, e depois a outra, e o batateiro se pôs sentado na caixão, com algodão nos ouvidos e narinas. Imaginem isso naquela época, naquela cidadezinha?!
O pobre do homem tinha catalepsia, foi enterrado vivo, coisa que era muito comum naquela época. Só que aí, a mulher pediu desquite e ninguém mais comprou batata com o homem. Ele ficou louco e morreu em menos de um ano depois. E o Zé contou que aí, só ele e o pai dele foram ao funeral.
Historinha bizarra...
Mas o bom mesmo foi quando ele foi contar de como começou a se interessar por esses assuntos mórbidos. Então ele contou de quanto era criança, na sua cidade havia um batateiro (ele vendia batatas), era um sujeito muito simpático, do qual todo mundo gostava; então ele morreu. Toda a cidade parou pra ir ao funeral. A esposa dele, aproveitando toda a tenção, abraçava o corpo no caixão, chorando e gritando porque eu não fui no seu lugar? Por que não foi a mim que Deus levou?
Foi então que os 4 filhos do batateiro (gostei dessa palavra) se juntaram para fazer uma oração para o pai voltar. Foi aí que uma mão mexeu, e depois a outra, e o batateiro se pôs sentado na caixão, com algodão nos ouvidos e narinas. Imaginem isso naquela época, naquela cidadezinha?!
O pobre do homem tinha catalepsia, foi enterrado vivo, coisa que era muito comum naquela época. Só que aí, a mulher pediu desquite e ninguém mais comprou batata com o homem. Ele ficou louco e morreu em menos de um ano depois. E o Zé contou que aí, só ele e o pai dele foram ao funeral.
Historinha bizarra...
terça-feira, agosto 01, 2006
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