sexta-feira, agosto 25, 2006
Falando nisso... Helloooooo!!!
...ontem, foi uma equipe de gravação de uma emissora crente (por ética, não vou citar nomes aqui, mas quem me perguntar, eu respondo! Também não vale dizer que é evangélica, há correntes pensantes no Evangelismo) fazer a cobertura dos bastidores. De repente, lombrou tudo! A gravação foi suspensa por conter padre e cruz na obra. Que pergunta devemos nós fazer primeiro? O fato de se negarem de fazer a cobertura do evento pelos motivos citados; o fato de não terem lido o release que foi enviado; o fato de não saberem do que se trata a obra do Dias Gomes (vale lembrar que já fizeram filme, minissérie, peça... Só falta fazerem um balé com o tema que vira uma obra tão camaleônica quanto Carmen de Bizet); ou a surpresa de (atenção ao título) O pagador de promessas ter símbolos católicos?! Acharam que fez promessa a quem, ao deus Google?!!
Pela Arte
Unhas do pé pintadas de vermelho. Não podia eu achar mesmo que encarnar a prostituta ia ser orgulho do início ao fim...
A tempo: aliás, quem tiver o jornal O Globo de hoje, cate no Segundo Caderno a reportagem sobre O pagador de promessas. Ao que tudo indica, vai bombar!
A tempo: aliás, quem tiver o jornal O Globo de hoje, cate no Segundo Caderno a reportagem sobre O pagador de promessas. Ao que tudo indica, vai bombar!
quinta-feira, agosto 24, 2006
domingo, agosto 20, 2006
Mahler, seu lunático!
Fui ontem ao Municipal assistir à Sinfonia N.8 de Mahler, a Sinfonia dos Mil. Só no coro, que reuniu 4 corais, estavam 420 pessoas. Tive medo daquele palco despencar. É uma sinfonia grandiosa, bem com cara de Mahler mesmo. Ficar aqui descrevendo allegros e analisando os movimentos eu não vou, música é muito mais do que relação entre intervalos e oposição de função de acordes; tem que ouvir!
Mas coisa que vale mencionar é o nível de organização que algo deste porte demanda para ser executado. Um coro de 420 vozes precisou ser amplificado dentro do Teatro Municipal porque estava a mais de 30 metros da boca de cena, o palco foi completamente aberto, a saída dos músicos precisou ser feita de 40 em 40 pessoas (!!!) e precisou de um regente separado para os metais. Se o preço que Mahler teve que pagar por toda a sua genialidade foi o seu temperamento incostante e intempestivo, ao ouvir as suas sinfonias, chegamos a pensar que foi uma barganha.
Para aqueles que puderem ir à apresentação na praia, não percam;além de tudo a vista que terão é uma das poucas coisas que conseguem ser mais bonitas que o Teatro Municipal carioca: o Rio de Janeiro.
Mas coisa que vale mencionar é o nível de organização que algo deste porte demanda para ser executado. Um coro de 420 vozes precisou ser amplificado dentro do Teatro Municipal porque estava a mais de 30 metros da boca de cena, o palco foi completamente aberto, a saída dos músicos precisou ser feita de 40 em 40 pessoas (!!!) e precisou de um regente separado para os metais. Se o preço que Mahler teve que pagar por toda a sua genialidade foi o seu temperamento incostante e intempestivo, ao ouvir as suas sinfonias, chegamos a pensar que foi uma barganha.
Para aqueles que puderem ir à apresentação na praia, não percam;além de tudo a vista que terão é uma das poucas coisas que conseguem ser mais bonitas que o Teatro Municipal carioca: o Rio de Janeiro.
sexta-feira, agosto 18, 2006
Inutilidade
Não é a primeira, não é a última, mas como todas as outras, vale a pena: clique aqui.
Muito bem, obrigada.
Se olharem para o céu do Rio de Janeiro, verão que os ventos estão mudando. Assim é por essas bandas daqui. Só que ao contrário do céus que estão começando a juntar nuvens carregadas, por aqui a chuva passou e o clima volta a ser agradável, como, aliás, não estava já há algum tempo. Até por isso fiquei uns dias sem postar, não queria encher isso aqui de dramas pessoais e posts deprês, ainda mais agora que tenho público.
Aos meus amigos, familiares, credores e meu 1 leitor, eu agradeço a preocupação.
Nada como um dia após o outro, de preferência com uma boa noite no meio.
Somewhere beyond the sea
Somewhere waitin' for me
My lover stands on golden sand
And watches the ships that go sailin'...
Aos meus amigos, familiares, credores e meu 1 leitor, eu agradeço a preocupação.
Nada como um dia após o outro, de preferência com uma boa noite no meio.
Somewhere beyond the sea
Somewhere waitin' for me
My lover stands on golden sand
And watches the ships that go sailin'...
quinta-feira, agosto 17, 2006
Ah, se eu tivesse um Scania
Mulher é igual alça de caixão. Quando um larga, vem um outro e poe a mão.
terça-feira, agosto 15, 2006
Tem comentários que valem posts
De tão bonito e profundo, resolvi compartilhar:
Clarice - in A Descoberta do Mundo
Há um tipo de choro bom e há outro ruim. O ruim é aquele em que as lágrimas correm sem parar e, no entanto, não dão alívio. Só esgotam e exaurem. Uma amiga perguntou-me, então, se não seria esse choro como o de uma criança com a angústia da fome. Era. Quando se está perto desse tipo de choro, é melhor procurar conter-se: não vai adiantar. É melhor tentar fazer-se de forte, e enfrentar. É difícil, mas ainda menos do que ir-se tornando exangue a ponto de empalidecer. Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeitar a nossa fraqueza. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido, produto de nossa dor mais profunda...
segunda-feira, agosto 14, 2006
Discussões infudamentadas
Eu sempre achei que vida melhor do que gato de mafioso não tinha. Você passa o dia só se preocupando em ser fofinho, com um sujeito te alisando o dia inteiro, com aquelas mãos macias, que passam pela manicure duas vezes por semana. Vai se alimentar do melhor e dormir naquela almofada de seda 8 vezes maior que si mesmo.
Mas aí me abriram os olhos. Bom mesmo é ser gaivota. Você nada, voa e vive de sushi. E ninguém quer te caçar porque acha que seu fígado sintetiza a cura da incompetência.
Então, Deus, tá combinado; essa vida você já tá me sacaneando, eu tô deixando, mas na próxima vida é pra vir gaivota. Só espero que até lá durem os rios, céus e peixes...
Mas aí me abriram os olhos. Bom mesmo é ser gaivota. Você nada, voa e vive de sushi. E ninguém quer te caçar porque acha que seu fígado sintetiza a cura da incompetência.
Então, Deus, tá combinado; essa vida você já tá me sacaneando, eu tô deixando, mas na próxima vida é pra vir gaivota. Só espero que até lá durem os rios, céus e peixes...
domingo, agosto 13, 2006
Alguém?
Alguém sabe alguma receita para passar olheiras de choro compulsivo?
E só pra passar o choro compulsivo? Já ia ajudar...
E só pra passar o choro compulsivo? Já ia ajudar...
Sobre a filha e a vida
A vida, com suas inúmeras cenas e ironias, me convenceu há muito tempo de que o sentimento mais forte que existe não é o amor, como gostam de crer os poetas, nem o ódio, como pensam os estrategistas; a real força existe na raiva. É a raiva que cerra os pulsos, poe força nos músculos, transforma palavras em estouro de gado, envenena a alma, planta idéias infundadas na cabeça, faz esquecer até mesmo que sentimos amor.
Ela passa, mas isso não quer dizer que seja curta.
O pior é quando ela se associa à humilhação. Ou então ela gera a revolta, que é a filha da raiva com a razão. O bom senso diz que essas duas coisas jamais de associariam, mas sabemos que não é assim que funciona.
E então, nesse momento, já se forma uma família, com duas gerações. Então você percebe que é pra valer e que você tem que conviver com isso.
Ela passa, mas isso não quer dizer que seja curta.
O pior é quando ela se associa à humilhação. Ou então ela gera a revolta, que é a filha da raiva com a razão. O bom senso diz que essas duas coisas jamais de associariam, mas sabemos que não é assim que funciona.
E então, nesse momento, já se forma uma família, com duas gerações. Então você percebe que é pra valer e que você tem que conviver com isso.
sexta-feira, agosto 11, 2006
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Pontos finais são tão sem graça, tão sem graça que nem ficam em itálico...
Então porque eu sempre ponho 3 deles juntos? Nem coloquei o resto da música do Sinatra para botar reticências...
Então porque eu sempre ponho 3 deles juntos? Nem coloquei o resto da música do Sinatra para botar reticências...
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