domingo, agosto 29, 2010

Brincadeira perigosa

Sempre que faço faxina em casa, sugo com o R2D2, meu fiel aspirador de pó, várias aranhas que ficam na quina do teto, tecendo teias e sujando meu chão. Não tenho qualquer critério quanto a tamanho, espécie ou estado da teia, corre tudo pelo tubo. Imagino a festa — ou a guerra — que se passa nos limbos do saco de pó.
E agora há pouco, eu fiquei me perguntando até onde era prudente seguir com esta política. Alguém se lembra da história de Aracnofobia (1990)?

Um comentário:

Michele Mitsue disse...

Como bióloga, fico pensando nas coitadinhas que devem ter gastado quase todo o seu ciclo de vida tecendo essas teias para constituir suas famílias. Isso me inspira a seguinte frase:
"Kathy, a destruídora de lares".

Como dona de casa, compreendo o seu ímpeto, então, mando outra frase:
"Kathy, a que elimina suas teias de aranha com o aspirador de pó". Sem duplo sentido, por favor! Hahahaha.
Beijos!